Coisas de trintona...

Março 08 2004
Remover os 12 bloqueios:

1) Livrar-se da reprovação - «Na medida em que responsabiliza outra pessoa pelo que sente, anula o poder que tem de mudar a sua vida» (p. 233). Passe a assumir-se como responsável pelo que acontece na sua vida e comece a criar as mudanças que deseja promover. Não dependa tanto dos outros e do negativismo da reprovação.

2) Livrar-se da depressão – Passe a valorizar mais o que tem. Sem se apreciar o que já se tem, não se pode lutar pelo que se quer, sem obsessão e sem felicidade. Comece a olhar noutras direccões.

3) Livrar-se da ansiedade - «Se não correr riscos, não consegue crescer e a vida torna-se monótona» (p. 242). Mais uma vez: haverá sempre incerteza nas nossas vidas.

4) Livrar-se da indiferença – Não se acomode; há muito mais nesta vida do que aquilo que pensamos.

5) Livrar-se dos juízos de valor – Se se tornar demasiado criterioso, sente-se muito mais frustrado porque quererá controlar e mudar tudo, mesmo aquilo que não domina. Tudo tem um lado bom. Ao julgarmos os outros estamos também a julgar-nos a nós mesmos, e «não é correcto impor às outras pessoas o que pensamos» (p. 252).

6) Livrar-se da indecisão - «É melhor falhar do que não tentar» (p. 254), e a incerteza é constante.

7) Livrar-se do adiamento - «Não pense, faça. Faça já» (p. 260)

8) Livrar-se do perfeccionismo – As expectativas demasiado altas criam frustrações maiores.

9) Livrar-se do ressentimento – O ressentimento faz-nos concentrar no que é negativo e nem reparamos no que é positivo.

10) Livrar-se da autopiedade – Avance! Não fique a lamentar-se!

11) Livrar-se da confusão – Aprenda a lidar com os problemas de forma a não exigir respostas imediatas e a não fazer tempestades em copos de água. Quando dramatizamos, as coisas parecem sempre piores do que aquilo que realmente são. Transforme desafios em oportunidades.

12) Livrar-se da culpa – Todos nós cometemos erros e é saudável reconhecer quando isso acontece, mas depois disso há que seguir em frente.
publicado por 30girl às 15:13

A vida deve acontecer nos dois sentidos, bem vistas as coisas, mas concordo contigo Trintapermanente, quando dizes que não devemos impor tanto o nosso molde. Isso não significa que não devamos desenvolver uma certa capacidade de adaptação ao que a vida nos vai dando, no sentido de saber gerir o que de bom e mau nos surge pela frente. Mas o medo é o que mais nos castra.
30girl a 11 de Março de 2004 às 00:13

Ou seja, estarmos mais abertos e deixarmos que a vida aconteça de fora p dentro e n, nos impormos à vida, i.e, de dentro p fora. Tenho evoluido no sentido de me moldar e deixar de lado o molde que fui criando ao longo da vida, cada vez mais dificil de encaixar seja onde fôr. Quando dei por mim tinha um rol de situações que rejeitava, com medo de n saber lidar c elas e me magoar. Evitava a infelicidade,e igualmente a oportunidade de ser feliz. Demorei muito tempo a me aperceber. Ah! E estou apaixonada...por mim! É um optimo começo!
Trintapermanente a 10 de Março de 2004 às 19:38

Sim, concordo. A dúvida do que teria acontecido «se...» é muito pior.
30girl a 8 de Março de 2004 às 23:46

Relativamente ao ponto 12; acho que podiamos acrescentar o seguinte.... mais vale arrependermo-nos de ter feito alguma coisa, do que de nada ter feito.
Paulo Ferreira a 8 de Março de 2004 às 17:04

O blog da segunda adolescência.
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